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sábado, 13 de março de 2010

Consulados y Mercosur



Ya hace años que yo tengo una opinión muy negativa sobre consulados y reparticiones diplomáticas, porque casi siempre tuve con esas instituciones públicas una experiencia mala. Ahora les cuento porque durante esta semana he confirmado al 100% mis opiniones sobre los consulados. Porque, en resumen, se deben evitar los consulados lo máximo posible.


Mi madre es boliviana y residente permanente en Brasil, y me tiene que venir a visitar en Argentina, pero su pasaporte y identidad bolivianos están expirados. Entonces llamó al consulado argentino en São Paulo para saber qué documentos puede usar para ingresar a la Argentina. Y le dijeron: pasaporte, y nada más.


Seguramente no le llegó a ese consulado la notícia de que Bolivia es un estado asociado del Mercosur, y que por un acuerdo firmado en 2008, sus ciudadanos pueden viajar por Brasil, Argentina, Uruguay, Paraguay, Chile, Colombia, Ecuador, Peru y Venezuela con la cédula de identidad. Tampoco se habrá informado el consulado argentino de que los extrangeros con residencia regular en Brasil pueden viajar por los países que firmaron el acuerdo solamente con el RNE (registro nacional de estrangeiros), documento emitido por la policía Federal brasileña.


Bueno, por las dudas, mi madre se dirigió personalmente al consulado boliviano en São Paulo. Pero el resultado fué aún más desolador! Le dijeron simplemente que Bolivia no tiene cualquier vínculo con el Mercosur...

Los funcionários públicos del gobierno boliviano afirmaron que Bolivia no tiene vínculos formales con el Mercosur!!


Me pregunto, por qué pinche razón los bolivianos, incluso los funcionários del consulado, pueden viajar a Brasil con la cédula de identidad...?

A los que después de leer todo esto todavia les queden dudas (y aí está incluída mi madre), les aconsejo que llamen a la policía de frontera del aeropuerto de Ezeiza, en Buenos Aires, para informarse sobre los documentos que se aceptan para entrar a la Argentina (# 00541154809514). Si lo hacen, les rogo que llamen también a los consulados boliviano y argentino en São Paulo para darles las buenas notícias!

Conclusión del cuento: recorrer a los consulados solamente cuando todas las demás posibilidades se hayan agotado. Me imagino que por seren funcionários públicos que trabajan en un país extrangero, los trabajadores consulares tengan la posibilidad de ser mucho peores que los funcionários públicos que operan adentro de las fronteras de sus países.
Y por favor, que no queden dudas sobre cuán porqueria son los consulados de Brasil en todo el mundo (y también el de Itália en São Paulo) - los conozco bien, y les aseguro que tienen el mismo nivel que los que mencioné arriba.  


***


Otro tema que me causó problemas burocráticos fué el de los viajes internacionales de menores de edad. Como se sabe, los niños y adolecentes son protegidos por procedimientos severos para viajar a otros países, por el tema del tráfico de personas. Con eso, descubrí que niños y adolecentes extranjeros pueden salir libremente de Argentina mientras no sean residentes de ese país (Resoluciones 2895 de 1985). En cambio, para salir de Brasil, cualquier menor de edad, sea turista o no, brasileño o no, necesita autorización escrita de los padres, firmada ante tabeliano público (Resolução 74 do CNJ).

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Holambra - sugestão de visita

Holambra (de Holanda, América e Brasil), a cidade das flores, é um ótimo passeio pertinho de São Paulo e de Campinas. De Barão Geraldo são apenas 35 Km, e a estrada é super boa. Dá pra tomar um delicioso café da manhã típico no Empório Alderigi por apenas R$ 10,00, e aproveitar para visitar a estufa de plantas para jardim. O café tem todas as iguarias caseiras possíveis: requeijão caseiro, queijo fresco caseiro, bolos e tortas de vários tipos, sucos... enfim, uma delícia, e com um visual fenomenal. Dá para agendar pelo (19) 3802-5296.


A seguir, a propriedade Crisântemo Pedra Grande organiza um passeio fenomenal pelas estufas de crisântemo. O Lawrence deu explicações detalhadíssimas de todo o processo produtivo, cadeia comercial e outras coisas. E dá para comprar flores super baratas! Vale muito a pena, e custa só R$ 5,00 por pessoa. Basta ligar para a dona Ana: (19) 3802-4141.


Para a o almoço, a "rua turística" oferece diversas opções. As construções são em estilo holandês (tudo bonitinho, do jeito que turista gosta!), e os restaurantes oferecem cardápios holandeses e indonésios. Fomos ao Casa Bela, que tem comida a preços decentes e oferece uma área externa super legal, para se almoçar à luz do sol.

-- Dá pra ver na cidade um monte de gente falando holandês. Como é migração recente, da década de 1950, a língua ainda está preservada.


O moinho feito com as técnicas holandesas de quinhentos anos atrás é indispensável, pois dá uma boa vista da cidade e mostra como os europeus sempre foram espertinhos, copiando tecnologias desenvolvidas em outras partes e aperfeiçoando-as.


Finalmente, dá para visitar o rancho da cachaça, conhecer o método artesanal de produção de um alambique e comprar cachaça envelhecida, cachaça com canela, licores diversos... Basta agendar no número (19) 3802-4658.


Para quem quer fazer passeio tranquilo de um dia, principalmente se for com a família, é imperdível. Conheço poucos

Mais informações no site oficial.


Bom passeio!


quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Um passeio pela Amazônia

Pessoal, abaixo estão as fotos de meu mais recente passeio pela maravilhosa selva que fica ao lado de minha casa, em Machadinho do Oeste, Rondônia. Possivelmente vai ser difícil acreditar que eu morei aqui durante 13 anos e só agora fui conhecer essa parte do meu município, mas é verdade. As pessoas que vieram do Centro-Sul do país nas décadas de 70 e 80 atraídas pelos benefícios oferecidos pelo governo militar não trouxeram a vontade de conhecer a floresta e aprender a viver nela, mas sim o desejo de aqui reproduzir o modelo de desenvolvimento que haviam aprendido com seus pais e que havia sido transmitido por gerações, que é um modelo baseado em agricultura e criação extensiva de rebanhos animais. Mas que definitivamente não tem nada a ver com a peculiaridade deste paraíso verde.
Nesta redescoberta de minha própria casa senti repentinamente que agora posso dizer que vivo na Amazônia. E é isso que está retratado nas fotos abaixo.
Os olhos desse pequeno ribeirinho retratam a curiosidade que me guiou e me trouxe grandes descobertas no último dia 04 de janeiro.

Abaixo uma embarcação européia que foi abandonada (provavelmente há muito tempo) nas proximidades do Porto II de novembro, na margem esquerda do rio Machado, um afluente do rio Madeira que corta o estado de Rondônia.














A equipe de exploradores:


E o capitão da embarcação:

Antes de irmos para fotos que se esforçam bastante para reproduzir um pedacinho da exuberância daquela selva, um momento de reflexão.

A seguir a visita que fizemos a uma família de ribeirinhos que vive em um dos lugares mais explêndidos jamais vistos. A primeira foto dá uma mínima idéia do visual da casa deles, que fica protegida por um igarapé que atravessamos em uma pequena canoa, sob o comando do nosso experiente amigo "tenente".

















E aqui foi onde encontramos o nosso projetinho de índio, que aparece na foto junto com suas irmãs.






Seguindo viagem rio abaixo chegamos na comunidade Monte Sinai, um lugar paradisíaco. A foto que tem as panelas no fundo mostra a casa do Sr. Evelásio e da Sra. Diva, pessoas maravilhosas que fundaram uma organizada e próspera vila de pescadores no meio da floresta. A casa da dona Diva é uma imensa palafita que guarda iguarias como o bolo de fubá mais gostoso jamais provado. Eu pagaria muito caro para passar alguns dias hospedado na casa daquela maravilhosa família.



















Não acredito que um lugar possa ser mais saudável para crianças do que a comunidade Monte Sinai. As fotos não me deixam mentir.

























A última parada da margem esquerda do Machado (também conhecido como Machadão para diferenciá-lo do Machadinho, um de seus afluentes que deu nome à minha cidade) foi na casa do Jão escuro, filho de um soldado da borracha e pai de uma grande e bonita família.








































E a foto mais bonita de todo o passeio!



Espero que tenham gostado e venham conhecer estas maravilhas. Está todo mundo convidado!
Um abraço.