Eduardo Giannetti é um grande pensador. Conhece a filosofia como poucos, tem um olhar crítico sobre o pensamento estreito da esquerda brasileira, e escreve de maneira encantadora. Eu mesmo deixei um texto dele fixo neste blog, na coluna aqui do lado direito - em que capturou muito bem o atual desafio do brasileiro. Mas a sua melhor contribuição escrita, a meu ver, foi um livrinho pouco conhecido, porém muito desafiador e criativo - "As partes e
o todo", de 1995.
Hoje, no entanto, decepcionei-me com as idéias de Giannetti. Já faz algum tempo que eu venho acompanhando com preocupação o seu deslize para o mantra do politicamente correto. Ele foi um dos principais motivadores da campanha presidencial de Marina Silva, e isso só pode significar que não conseguiu enxergar as profundas limitações do enfoque sonhático. Mas bem, deslizes são deslizes.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Mantra verde - a cegueira do discurso fácil
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
The French (bloodied) finger
The French Parliament is discussing a bill that punishes the negation of officially recognized genocides. If the proposition of the UMP's (Sarkozy’s party) deputy Valérie Boyer becomes a law, anyone who expresses an opinion that contradicts the approved history will be subject to one year imprisonment and a fine of 45,000 Euros. Censorship will be institutionalized in the Hexagon.
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