terça-feira, 16 de março de 2010

Festas na UNICAMP

Alguns estudantes da UNICAMP protestam contra a proibição de festas e de consumo de álcool no campus.


A associação de moradores de Barão Geraldo entrou com processo contra a UNICAMP, e o Ministério Público ameaçou multar a Universidade em R$ 15 milhões devido ao incômodo que as festas trazem aos moradores.


Em 2003, um estudante foi assassinado quando saía de uma festa na UNICAMP, porque os organizadores previam 800 pessoas, mas vieram entre 2.000 e 7.000, de modo que a segurança do campus não deu conta (ver aqui).


Deve a UNICAMP usar os seus recursos para fazer a segurança de festas no campus?


Existe dentro da UNICAMP um hospital, onde estão internadas centenas de pessoas com os mais diversos problemas.



O espaço público universitário deve ser totalmente liberado, como uma praça pública, ou deve ter regras?

O hospital das clínicas também é público, assim como a assembléia legislativa do estado de São Paulo e a rodoviária de Campinas. Por que, então, não liberar as festas também nesse lugares?



Segundo o jornal de Barão,


"no Centro Acadêmico da Economia (Caeco) a maioria dos estudantes são contrários à proibição e afirmam que continuarão a realizar festas, mesmo sabendo que na instituição é proibido. No local, que é um espaço para os estudantes, ficam guardados sete engradados de cerveja. 'Teoricamente é proibido, mas fazemos festas toda semana. Fora da universidade é longe e teremos que gastar mais. E festa sem bebida não é festa', ressaltou o estudante veterano de economia João Marcelo Santucci, de 24 anos" (grifos meus).


São os mesmos estudantes acusam os (outros) brasileiros de não seguirem a lei. Seriam os mesmos que compram maconha do traficante e reclamam da violência?


 Alegam que a Universidade está tentando reprimir os movimentos sociais. Baderna dentro do campus é igual a movimento social? Eles acham que os moradores das vizinhanças devem aguentar calados, pois moram num bairro universitário, e bairro universitário é assim mesmo. Ao lixo os direitos dos cidadãos de dormirem tranquilos.


Quem estuda na UNICAMP já economiza algo como R$ 2.000 ao mês de mensalidade; pagam R$ 2 para almoçar no bandejão; têm cinema grátis; tratamento odontológico de altíssima qualidade, grátis; tratamento médico de alto nível, grátis; muitos têm moradia grátis. Mas não basta: querem economizar também na balada!

sábado, 13 de março de 2010

Consulados y Mercosur



Ya hace años que yo tengo una opinión muy negativa sobre consulados y reparticiones diplomáticas, porque casi siempre tuve con esas instituciones públicas una experiencia mala. Ahora les cuento porque durante esta semana he confirmado al 100% mis opiniones sobre los consulados. Porque, en resumen, se deben evitar los consulados lo máximo posible.


Mi madre es boliviana y residente permanente en Brasil, y me tiene que venir a visitar en Argentina, pero su pasaporte y identidad bolivianos están expirados. Entonces llamó al consulado argentino en São Paulo para saber qué documentos puede usar para ingresar a la Argentina. Y le dijeron: pasaporte, y nada más.


Seguramente no le llegó a ese consulado la notícia de que Bolivia es un estado asociado del Mercosur, y que por un acuerdo firmado en 2008, sus ciudadanos pueden viajar por Brasil, Argentina, Uruguay, Paraguay, Chile, Colombia, Ecuador, Peru y Venezuela con la cédula de identidad. Tampoco se habrá informado el consulado argentino de que los extrangeros con residencia regular en Brasil pueden viajar por los países que firmaron el acuerdo solamente con el RNE (registro nacional de estrangeiros), documento emitido por la policía Federal brasileña.


Bueno, por las dudas, mi madre se dirigió personalmente al consulado boliviano en São Paulo. Pero el resultado fué aún más desolador! Le dijeron simplemente que Bolivia no tiene cualquier vínculo con el Mercosur...

Los funcionários públicos del gobierno boliviano afirmaron que Bolivia no tiene vínculos formales con el Mercosur!!


Me pregunto, por qué pinche razón los bolivianos, incluso los funcionários del consulado, pueden viajar a Brasil con la cédula de identidad...?

A los que después de leer todo esto todavia les queden dudas (y aí está incluída mi madre), les aconsejo que llamen a la policía de frontera del aeropuerto de Ezeiza, en Buenos Aires, para informarse sobre los documentos que se aceptan para entrar a la Argentina (# 00541154809514). Si lo hacen, les rogo que llamen también a los consulados boliviano y argentino en São Paulo para darles las buenas notícias!

Conclusión del cuento: recorrer a los consulados solamente cuando todas las demás posibilidades se hayan agotado. Me imagino que por seren funcionários públicos que trabajan en un país extrangero, los trabajadores consulares tengan la posibilidad de ser mucho peores que los funcionários públicos que operan adentro de las fronteras de sus países.
Y por favor, que no queden dudas sobre cuán porqueria son los consulados de Brasil en todo el mundo (y también el de Itália en São Paulo) - los conozco bien, y les aseguro que tienen el mismo nivel que los que mencioné arriba.  


***


Otro tema que me causó problemas burocráticos fué el de los viajes internacionales de menores de edad. Como se sabe, los niños y adolecentes son protegidos por procedimientos severos para viajar a otros países, por el tema del tráfico de personas. Con eso, descubrí que niños y adolecentes extranjeros pueden salir libremente de Argentina mientras no sean residentes de ese país (Resoluciones 2895 de 1985). En cambio, para salir de Brasil, cualquier menor de edad, sea turista o no, brasileño o no, necesita autorización escrita de los padres, firmada ante tabeliano público (Resolução 74 do CNJ).