Nesta redescoberta de minha própria casa senti repentinamente que agora posso dizer que vivo na Amazônia. E é isso que está retratado nas fotos abaixo.
Os olhos desse pequeno ribeirinho retratam a curiosidade que me guiou e me trouxe grandes descobertas no último dia 04 de janeiro.
Abaixo uma embarcação européia que foi abandonada (provavelmente há muito tempo) nas proximidades do Porto II de novembro, na margem esquerda do rio Machado, um afluente do rio Madeira que corta o estado de Rondônia.
A equipe de exploradores:
E o capitão da embarcação:
E aqui foi onde encontramos o nosso projetinho de índio, que aparece na foto junto com suas irmãs.
Seguindo viagem rio abaixo chegamos na comunidade Monte Sinai, um lugar paradisíaco. A foto que tem as panelas no fundo mostra a casa do Sr. Evelásio e da Sra. Diva, pessoas maravilhosas que fundaram uma organizada e próspera vila de pescadores no meio da floresta. A casa da dona Diva é uma imensa palafita que guarda iguarias como o bolo de fubá mais gostoso jamais provado. Eu pagaria muito caro para passar alguns dias hospedado na casa daquela maravilhosa família.
Não acredito que um lugar possa ser mais saudável para crianças do que a comunidade Monte Sinai. As fotos não me deixam mentir.
A última parada da margem esquerda do Machado (também conhecido como Machadão para diferenciá-lo do Machadinho, um de seus afluentes que deu nome à minha cidade) foi na casa do Jão escuro, filho de um soldado da borracha e pai de uma grande e bonita família.
E a foto mais bonita de todo o passeio!
Espero que tenham gostado e venham conhecer estas maravilhas. Está todo mundo convidado!
Um abraço.
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